13 de jan. de 2010
Numa galáxia muito... muito distante...
Para os desesperados de plantão, segue um setlist (sem malabarismos mixados) típico de uma tarde chuvosa:
1) Lou Reed - Walk on the wild side
2) U2 - Can't help falling in love (Triple Peaks Remix)
3) Gnarls Barkley - Crazy
4) Madeleine Peyroux - Instead
5) Lambchop - Scared out of my shoes
6) Moby - Beaultiful
Aproveitem ;)
5 de mai. de 2008
28 anos sem a dissonância de Ian Curtis

Para o cenário musical uma grande perda. O suicídio do músico (em 18 de maio de 1980) foi resultado de uma vida conturbada, com conflitos emocionais e dissonâncias.
Nascido em Macclesfield (Inglaterra), Ian já demonstrava interesse pela música desde pequeno, escrevendo poesias e ensaiando algumas composições aos 11 anos de idade. No final da década de 70, formou a banda Warsaw, com os integrantes Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris que, meses depois, se transformaria no conhecido Joy Division.
As misturas de bases pós-punks com melodias sentimentais fizeram a banda decolar. Suas canções eram moldadas por temas como morte, relacionamentos, alienação e degeneração urbana. O sucesso foi imediato.
“A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte”. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música Ceremony pelo Joy Division. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital".
Os efeitos da epilepsia e dos problemas pessoais de Ian Curtis, como um divórcio conturbado de sua esposa e um caso extraconjugal com a jornalista belga Annik Honoré, podem ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade” (*) (dias antes do início da primeira turnê do Joy Division nos Estados Unidos).
“Ian Curtis foi cremado e suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Destruir"). O epitáfio, escolhido por sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division”. (*)
No ano passado dois presentes foram apresentados aos fãs da banda: O documentário “Joy Division”, com direção de Grant Gee ("Meeting People Is Easy" – Radiohead) e o longa Control, com direção do fotógrafo holandês Anton Corbijn (responsável por algumas das brilhantes fotografias em preto e branco da banda, além da participação gráfica de álbuns e direções de clipes como Depeche Mode, Johnny Cash e U2). Histórias à parte, a vida de Ian Curtis e da Joy Division fazem parte de um importante contexto musical. Não deixe de conhecer ou escutar novamente.
- “Joy Division” era o nome dado a uma divisão de mulheres judias (Segunda Guerra Mundial), escolhidas para satisfazerem os prazeres sexuais dos soldados e oficiais nazistas;
- Após a morte de Ian Curtis, os remanescentes da banda (Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris) formaram o “New Order”;
- O nome “New Order” é comparado por muitos com a famosa “Nova Ordem”, idealizada por Adolf Hitler, que seria imposta à humanidade caso os alemães tivessem ganhado a Segunda Guerra. A banda nega até a morte esta comparação. A idéia do nome teria sentido apenas no significado de renascimento da banda, após o suicídio de Ian;
- Pelo fato da epilepsia, o público achava que os ataques que Ian Curtis tinha no palco faziam parte da famosa performance do vocalista nos shows ao vivo (mesmo depois dos médicos entrarem para socorrê-lo...);
- Os integrantes do New Order sempre gostaram de quebrar o pau. Nessas idas e vindas surgiram alguns trabalhos paralelos, mas com pouco sucesso;
- O Filme “Control” é baseado no livro "Touching from a Distance", escrito pela viúva de Ian, Deborah Woodruff Curtis. Para muitos fãs, o filme não teve a menor graça, justamente porque foi baseado no ponto de vista da autora;
- Ian Curtis suicidou-se ao som do álbum The Idiot de Iggy Pop (sim... ele mesmo... o do “Candy”).
• Ian Curtis
• Joy Division e New Order
30 de abr. de 2008
Virada Cultural Paulista é coexistência de gostos e estilos
Coexistência. Se fosse pra definir a Virada Cultural numa palavra, seria esta. A convivência pacífica entre os mais diversos gostos e estilos, num mesmo espaço, é o que mais me despertou a atenção. Quem é acostumado com o vazio da Capital nos finais de semana surpreendeu-se com os quase quatro milhões de circulantes nos dias 26 e 27 de abril. Todos os tipos de pessoas lotaram as praças do centro, muitos cantando, dançando, outros sentados aguardando pelo próximo show ou admirando dali mesmo.Pra quem nunca ouviu falar, a Virada Cultural é um evento que acontece anualmente em São Paulo e em algumas cidades do Interior. Uma verdadeira enxurrada de atrações ininterruptas em diversos espaços da cidade. Ao todo, são vinte e quatro horas de acesso às mais variadas formas de expressão entre shows, discotecagem, exposições e performances de intervenção.
Sem dúvida, pra quem curte coisas novas é um prato feito. Melhor ainda: é tudo de graça!
28 de abr. de 2008
PANGEA DAY - Últimos dias para as inscrições
Cinco finalistas participarão de edição de Los Angeles do Pangea Day, evento que acontece dia 10 de maio, em seis cidades simultaneamente, incluindo Rio de Janeiro. Vencedor participará de uma filmagem profissional na África.
As inscrições para o Festival Nokia de Cinema Móvel, parte das atividades do evento Pangea Day, se encerram nesta quarta-feira, 30 de abril. Os interessados podem fazer o upload de vídeos produzidos por celular no Share on Ovi (www.nokia.com.br/pangeaday), um serviço gratuito da Nokia de compartilhamento de arquivos que facilita o upload, gestão e participação de mídia pessoal por meio de dispositivos móveis, desktop e outros aparelhos conectados.
Serão selecionados cinco finalistas por meio de votação on-line pelo site ovi.com/pangeaday. Eles viajarão para Los Angeles a fim de participar da transmissão ao vivo do Pangea Day. O Pangea Day acontece dia 10 de maio simultaneamente em seis cidades: Los Angeles (EUA), Londres (Inglaterra), Cairo (Egito), Tel Aviv (Israel), Kigali (Ruanda), Mumbai (Índia) e Rio de Janeiro (no Morro da Urca). Centenas de cinemas no mundo vão receber o sinal da transmissão do evento, que exibirá 24 filmes do mundo inteiro. O Pangea Day será transmitido por canais de TV no mundo todo.
O grande vencedor, anunciado durante o evento pelo júri do Pangea Day, fará uma viagem para a Reserva Rwandan Gorilla e participará de uma equipe profissional de pesquisadores, produtores, elenco e editores, para filmar um documentário móvel.
AO VIVO - GROOVE ARMADA no Credicard Hall

Os fãs podem esperar sucessos da carreira do Groove Armada como Superstylin', My friend, I see you baby (remix de Fatboy Slim) e At the river. O melhor de uma festa eletrônica não é crédito apenas das pick-ups comandadas por Tom e Andy, junto com eles estão os vocalistas Veba, Stush e MAD, George na guitarrista, Max no baixo, Martin na bateria, Patrick na percussão e Andy e Tim nos teclados. As músicas da dupla eletrônica têm grande presença na mídia, já foi tema de diversos comerciais de TV, trilhas de filmes e vídeo game. O CD mais recente é GA10: 10 Year Story, álbum que comemora os 10 anos de carreira do Groove Armada com as músicas favoritas de Tom e Andy e algumas raridades.
26 de abr. de 2008
DMB FT TIM REYNOLDS - LIVE AT RADIO CITY
Para terminar, o segundo álbum se encerra com uma bela versão de Two Step. "Celebrate we will, 'cause life is short, but sweet for certain"! E Dave é assim. Acalma e pilha. Te faz esquecer e relembrar. E te faz passar por um turbilhão de sons e imagens. Simples assim.
25 de abr. de 2008
MOBY – Last Night
De volta aos anos 80! Pelo menos esta é proposta apresentada por Moby em seu último disco Last Night. Saindo um pouco das guitarras e performances acústicas que enriqueceram Hotel – seu penúltimo álbum – o músico deixa a atmosfera de 11 de setembro (atentado às Torres Gêmeas e data do seu aniversário...), reapresenta batidas e bases sintéticas a todos, promovendo Nova York como sua grande musa inspiradora.Cheio de surpresas agradáveis, Last Night chega com dois ótimos carros chefes: Disco Lies e Alice, apresentados por singles remixados, que andam agitando as pistas dance em todo mundo. Quem conhece ou é fã de Moby vai se sentir em casa. 257 Zero vem com vocais eletrônicos cheios de efeitos e uma base string de primeira. Every Day It’s 1989 e The Stars deixarão um monte de gente confusa, com aquela sensação de ter dançado isso há 19 ou 15 anos (puxa, parece que foi ontem!). Live for Tomorrow é um lounge romântico e se encaixa perfeitamente com I’m in Love, ótimas para namorados moderninhos. E, como sempre, mais músicas instrumentais recheadas de strings e pads melancólicos (marca registrada do músico).
Para quem deseja algo mais agitado, procure os singles do Last Night e não fique devendo nada a ninguém. Agora, para quem curte Moby... pode ir com fé. Você vai gostar!
Conheça : http://www.moby.com/
24 de abr. de 2008
Conheça PASSAGE - Um jogo emocional

“Há quem tenha chorado ao jogá-lo. Em algum momento de seus cinco minutos de duração, você vai se dar conta do que está acontecendo. Ao se dar conta, todo o seu comportamento no jogo até então adquirirá significado”, relata Daniel.
Vale pela dica curiosa. Agora, se você vai gostar ou não, dependerá da sua interpretação.
Leia a matéria completa: http://www.revistamonet.com.br/
ATOMIC HOOLIGAN – Sex, Drugs and Blah Blah Blah
Logo de cara, você vai achar uma pitadinha de Junkie Xl e Audio Bullys. Não fique tão animado. I don’t care é baladinha alegre, boa para ser apreciada na primeira latinha da noite, mas nada além disso. O álbum começa a ficar interessante a partir de Safeguard (oitava música) quando o vocal feminino dá um toque especial com a batidinha e o solo de guitarra. Mas os grandes destaques (e salvações) ficam para as músicas Electro ain’t electro, Thief e Too late to be afraid. Electro ain’t electro vem bombando o melhor estilo eletro e é ótima para dar uma balançada na pista. Thief incorpora o vocal feminino conhecido do The Prodigy (e a batida também), perfeita para lembrar que você já bebeu demais na noite. Too late to be afraid chega em boa hora. Música bacana e legal de escutar, mas, sem grandes compromissos.
Sex, Drugs and Blah Blah Blah pode não ser um ótimo álbum, mas, tem algumas músicas que salvam a pátria. É aquele CD que a gente compra para aproveitar umas três ou quatro músicas. Provavelmente irá fazer parte da sua coletânea “vários”, escrito com caneta de retro projetor, servindo para dar uma pausa naquele som que você adora, mas, que está de saco cheio de ouvir tanto.
Conheça:
